Prefeito de Pacatuba compromete a saúde da população
Prefeito da cidade de Pacatuba – SE, Alexandre Martins, faz solicitações duvidosas, para combate a COVID – 19, a fim assegurar o bem estar da população. De acordo com o termo de contrato 028/ 2020 do fundo municipal de saúde, só de remédios foram gastos mais de 150 mil. Os medicamentos solicitados foram: Ivermectina; Azitromicina; Zinco; Vitamina D3. Dos quatro citados, dois deles não possuem reagentes que venham contribuir para o tratamento do vírus e/ou reconstrução do fortalecimento do sistema imunológico de um indivíduo.
Perante os fatos, mais uma vez o descaso com a população passa dos limites, uma vez que foi feita a aquisição de medicamentos que não são cientificamente comprovados para o combate da COVID – 19. Ou seja, o que era para ser algo bom, pode gerar futuras complicações na saúde dos pacatubenses, já que a Ivermectina é um tratamento para piolho e sarna, e a Azitromicina é um antibiótico para infecções bacterianas.
Além disso, percebe-se que há um superfaturamento nos orçamentos dos itens licitados, incluindo gastos com kits lanches para os profissionais que atuam na linha de frente da barreira sanitária, os quais possuem 10 salgados variados, de aproximadamente 30g, um refrigerante em lata de 350ml e uma água mineral de 500ml.
Orçamento:
18.720,00 – Kit lanche – barreira sanitária
40.725,00 – Ivermectina – remédio para tratamento de piolho e sarna
41.250,00 – Azitromicina – antibiótico para infecções bacterianas
10.125,00 – Zinco
84.000,00 – Vitamina D3
A ausência de detalhes no portal transparência, levanta as seguintes perguntas:
Quantos profissionais foram contratados para a barreira sanitária?
Qual a base, método ou planejamento usado para chegar a tais cálculos apresentados pela atual gestão?
Não há detalhamento de serviços prestados. É por isso que a Realce, com a sua imparcialidade, abre espaço para posicionamento da administração do atual prefeito de Pacatuba – SE.


Fonte Sergipe Informa
