Em reunião com policiais e delegados na manhã de ontem (5), o delegado falou sobre a reputação da profissão no estado, tratou sobre suas principais prioridades caso eleito e esclareceu embate entre sua candidatura e a de Katarina Feitoza (PSD), também candidata a deputada federal.

No debate, André destacou que mantém certa proximidade com a colega de farda e respeita a hierarquia dos cargos, mas que tem independência na vida pública e resolveu trilhar esse caminho sem fazer dobradinhas com outros delegados. “Katarina é minha amiga, o João também é, mas não sou empregado deles. Tenho noção da hierarquia, mas eu e minha equipe não somos subordinados. Se eu quero trilhar um novo caminho, tenho liberdade para tal”, afirma.

O delegado diz que, quanto mais representantes da categoria no poder público, maiores serão as conquistas da classe. “A narrativa hoje, tanto jurídica quanto midiática, é que o policial atrapalha mais que ajuda. Isso não deveria acontecer. Por isso é importante eleger policiais, precisamos reconquistar a população”, alega.

O candidato ainda ressalta a qualidade dos policiais civis e militares do estado e fala sobre as expectativas para o próximo ano. “A gente consegue solucionar crimes de forma maestral, mas não temos o reconhecimento da população. Espero que essa eleição nos leve a dialogar com os representantes do Congresso de cabeça erguida em 2023 e que nossa categoria abandone o complexo de vira-lata”, conclui André David.