O Ministério Público Federal (MPF) pediu nesta quinta-feira (3) ao Tribunal Federal da 5ª Região (TRF5) o aumento das penas dos ex-policiais rodoviários federais Paulo Rodolpho Nascimento, William Noia e Kleber Freitas. Eles foram condenados pela morte de Genivaldo Santos de Jesus, ocorrida em maio de 2022, durante uma abordagem policial em Umbaúba, Sergipe.
As penas de William Noia e Kleber Freitas, condenados por tortura com resultado morte, foram de 23 anos, oito meses e 14 dias dias de reclusão. Já Paulo Rodolpho, condenado por homicídio doloso, recebeu a pena de 28 anos de reclusão. A Justiça Federal aumentou a pena inicial dos ex-PRFs no dia 29 de janeiro.
Agora, o MPF requer que a pena de Paulo Rodolpho Nascimento seja aumentada para 30 anos de reclusão. Já para William Noia e Kleber Freitas, o pedido é de que as penas aumentem para 25 anos e 13 dias de reclusão.
Segundo o MPF, o objetivo é reforçar a gravidade do caso e sinalizar à sociedade que o Estado não vai tolerar condutas semelhantes futuras. Na argumentação, o MPF também destacou que o crime gerou impactos sociais e abalou a confiança da população nas instituições de segurança pública.
Fonte: G1
