O Governo de Sergipe comemora mais um marco na geração de emprego e renda. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quinta-feira, 30, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e analisados pelo Observatório do Trabalho, o estado registrou em setembro de 2025 o segundo maior crescimento do Brasil no número de pessoas trabalhando com carteira assinada, atingindo o recorde de 357.444 empregos formais, um aumento de 1,7% em relação a agosto.
O saldo de 5.962 novas vagas formais em setembro representa não apenas um avanço sobre o mesmo período de 2024 (5.683), mas também consolida o ritmo positivo que Sergipe vem mantendo desde o início da gestão. No acumulado do ano, já são 14.773 novos postos de trabalho, e nos últimos 12 meses, o saldo chega a 15.429 vagas, refletindo o impacto direto das políticas públicas voltadas para a qualificação e o fortalecimento da economia sergipana.
O secretário de Estado do Trabalho, Emprego e Empreendedorismo, Jorge Teles, destacou que os números representam uma mudança estrutural no perfil socioeconômico de Sergipe. “Pela primeira vez, o número de trabalhadores com carteira assinada ultrapassa o de famílias beneficiárias do Bolsa Família. Essa convergência das curvas mostra que o trabalho voltou a ser o principal instrumento de geração de renda e dignidade no estado. É o resultado de uma política pública que tem funcionado e feito diferença na vida das pessoas”, afirmou.
Os setores que mais contribuíram para o resultado positivo foram indústria (1.585 vagas), agropecuária (1.464) e serviços (1.433), seguidos pela construção civil (880) e comércio (600). O ciclo da safra da cana-de-açúcar teve papel importante nesse crescimento, com destaque para a indústria de transformação, responsável por 1.536 contratações, sendo 1.065 apenas na fabricação de açúcar em bruto.
