O mercado de trabalho sergipano vive um dos momentos mais expressivos de sua história. Em setembro de 2025, Sergipe alcançou 357.444 trabalhadores com carteira assinada, ultrapassando pela primeira vez o número de beneficiários do Bolsa Família (356 mil). O marco simboliza uma virada econômica sustentada por políticas públicas robustas implementadas pelo Governo do Estado, que têm fortalecido a geração de renda, ampliado oportunidades e preparado mão de obra para os novos ciclos produtivos.
Um dos pilares desse crescimento é a retomada das operações da Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados (Fafen), localizada em Laranjeiras. Após anos de paralisação, o empreendimento volta a funcionar graças ao esforço direto do Governo do Estado, que garantiu infraestrutura adequada, segurança jurídica e incentivos por meio do Programa Sergipano de Desenvolvimento Industrial (PSDI).
A reativação deve gerar 1.400 empregos diretos e indiretos, sendo que 338 vagas já foram abertas pelo portal GO Sergipe, plataforma governamental que aproxima empresas e trabalhadores. O retorno da Fafen consolida um polo industrial estratégico e reposiciona Sergipe no cenário nacional da produção de fertilizantes.
As contratações já iniciadas reforçam a diversidade de oportunidades. A Fafen abriu vagas para profissionais de diferentes níveis de escolaridade e áreas de atuação, contemplando desde auxiliar de serviços gerais, carpinteiro e pintor industrial até eletricista, soldador, almoxarife e assistente administrativo. Há também oportunidades técnicas em edificações, meio ambiente e segurança do trabalho. A unidade será administrada pela Engeman, vencedora da licitação conduzida pela Petrobras, e a expectativa é de que a produção seja retomada até o fim de 2025.
Com emprego crescendo acima do número de beneficiários sociais, Sergipe dá um passo firme rumo ao desenvolvimento econômico sustentável. A reativação da Fafen, o fortalecimento da indústria e os investimentos contínuos em qualificação consolidam o estado como referência em geração de oportunidades e mostram que o trabalho segue sendo o principal motor de transformação social.
